Joomla? Isso é muita revolucionário, muito à frente, méne! Gratuito? Não pode prestar, uma coisa gratuita não vale nada. A menos, bem entendido, que seja o trabalho dos jornalistas, que ganham muito mais do que o que valem.
Espero, sinceramente, que a tua geração de jornalistas consiga mudar isto. A minha nem soube disto: a sua única preocupação foi, é e será o que conhecem, o papel e o microfone.
— O estranho mundo dos jornais de província (e da província, vendo bem as coisas), Paulo Querido
Brief do Lombo: “Slice of life”
“Em primeiro lugar queria que as palavras que eu vou dizer ficassem registadas ipsis verbis, na minha declaração de voto, sem omitir rigorosamente nada. Não digo isto por haver uma prática de omitir aquilo que as pessoas dizem, mas porque faço questão de o dizer em relação a este assunto.
O casamento é um sacramento instituido por Deus Nosso Senhor Jesus Cristo para ser celebrado entre um homem e uma mulher.
E não é as ideias esquisitas que algumas pessoas, que entendo que têm uma formação deficiente, querem fazer impor à sociedade que vai alterar esta circunstância.
Deus colocou no Paraíso um Homem e uma Mulher, não colocou dois paneleiros ou duas lésbicas.”
Declaração de voto do deputado municipal do PSD da Câmara de Odivelas, João Rego Lourenço de Carvalho, numa moção sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
— Sem Comentário, SionaEntão não é que ao pesquisar na internet descobri que as minhas entradas aqui do Noticiare - um dos mais modestos blogues sobre comunicação e relações públicas - estão a ser descaradamente copiadas. Puro e simples copy & paste para um domínio que não é meu, tem péssimo design e que eu não tenho a mínima ideia de há quem pertence. — Cuidado com as imitações - ou cópias descaradas, Flavia P
Na Blogosfera a liberdade de expressão assume-se na sua plenitude e deixou de ser um acto confinado a uma dezenas de leitores/ouvintes/ espectadores quando não citada pela comunicação social. Passou a ter audiência própria, sem intermediários. Paradoxalmente, a liberdade de expressão na Blogosfera tornou possível o único acto até aqui «condicionado» pela imprensa: a critica aos próprios jornalistas e à comunicação social. Por muitas vezes que seja criticada, a comunicação social nunca reproduz fielmente essas criticas. Pelo contrário, assume sempre corporativamente que quem a critica é contra o pluralismo e contra as liberdades fundamentais. E como não tem contraditório, o jornalismo convencional começou a abusar do poder que esta liberdade lhe deu. E a proteger permanente a classe de ataques de terceiros. — Reflexões sobre o 1º desafio, Salvador da Cunha
Ajudar os clientes em áreas como Financial PR ou Change Management PR vão ser as próximas tendências do mercado de consultoria em comunicação, num claro apelo às necessidades que emergem da crise financeira. Estas novas tendências irão absorver orçamentos até agora alocados a práticas como responsabilidade social e ambiental, cujos verdadeiros impactos na reputação das empresas são muito complicados de mensurar e por isso são menos valorizados pela gestão em tempos de crise. A comunicação financeira irá permitir alavancar a dimensão reputacional da performance financeira, que é absolutamente crítica para que se mantenha a percepção de solidez com todos os Stakeholders. Por exemplo basta a percepção de que um banco não tem solidez financeira, mesmo que falsa, para que de imediato haja uma corrida aos depósitos e a situação fique de facto muito complicada. Por outro lado, algumas organizações de maior dimensão terão necessariamente de proceder a profundas mudanças organizacionais, muitas vezes na própria cúpula, o que naturalmente terá efeitos na procura de serviços consultoria em comunicação nas áreas de gestão da mudança. Este tipo de consultoria, que afecta a dimensão de reputação «ambiente de trabalho» irá provavelmente assumir-se como a protagonista nos pr — Gerir a mudança, Salvador da Cunha
E se o descuido for de um director incauto? Um director de agência incauto? Do fundo da Comunicação está em condições de adiantar que o director de uma agência de comunicação portuguesa não escreve os seus textos no seu blog, utilizando não um mas vários escritores fantasmas para postar sob a sua assinatura. A leitura atenta do blog, o ritmo da publicação dos posts, e um inside de um dos ghosts garantem-nos. — Há um fantasma entre nós, João Duarte
Mas, agora, imagino um amigo de adolescência que sempre defendeu o casamento. Criado de forma mais ou menos tradicional, só quando chegou à faculdade (mais ou menos quando seguimos caminhos separados) se libertou um pouco da sua educação de casarão com cheiro a mofo e começou a receber melhor outro tipo de formação. Era para ele escandaloso o que eu dizia sobre aborto e eutanásia, por exemplo, e era um pouco incompreensível a minha defesa do amor eterno mas sem casamento. Ao chegar à faculdade, a sua libertação foi a vários níveis. Hoje quer casar-se. Não pode. Pelo menos com quem ama. Eu pude. Ele não pode. — E viveram amigos para sempre, Filinto Melo
É cada vez menos assim, felizmente, mas a maior parte da direita que quer privatizar tudo é a direita que pretende nacionalizar a vida privada. E com o apoio de uma certa esquerda. Este imiscuir na vida privada das pessoas do mesmo sexo que se querem casar é mais um desses abusos. — Vícios e virtudes, Filinto Melo
Ao saber que os livros de Herberto Helder se esgotaram e que não há reservas em armazém e que não haverá nenhuma reedição, penso que a forma como o poeta se reserva e reserva a sua escrita acaba por funcionar como um excelente golpe de marketing. Precisamente ao contrário daquilo que ele pretendia que fosse. A ajudar esta a recusa de prémios e de entrevistas. Sexta-feira, um texto que me recuso a qualificar - porque já chega endeusar a senhora em privado - de Alexandra Lucas Coelho ajuda a montar o mito. Ontem, sai a notícia que não havia autorização para reimpressões (ou reedições). Uma pessoa comprou todos os livros disponíveis numa loja, outras terão feito o mesmo.
Os leitores não podem agradecer. O autor, Herberto Helder, esse ficará com a glória de não ser vendido ao desbarato, em campanhas de Natal. O seu livro será produto de luxo. E isso os leitores não podem agradecer.
— Marketing, Filinto Melo
A blogosfera aumentou exponencialmente esta lógica da lamúria como intervenção social preferida, por razões evidentes decorrentes do próprio meio. O resultado? Os intervenientes em blogues, e em caixas de comentários da comunicação social digital, juntam-se aos profissionais da opinião e tornam-se parte da política-espectáculo, da indústria da opinião, sendo totalmente ineficazes como força de construção cultural ou profilaxia cívica.
Estão por inventar as novas formas de pensar, e de agir, que saibam o que fazer com a liberdade de expressão e sua ubiquidade. A salvação nunca foi e nunca será individual – o que for individual, e não mais do que individual, chama-se loucura, inferno. É esse o país dos comentadores de opereta.
— No país dos comentadores, ValupiA Jonas já deu a conhecer o seu código de ética e o Pechanense também considera estar no submundo da blogosfera Portuguesa. No seguimento das afirmações hilariantes sobre a Blogosfera Portuguesa proferidas por Pacheco Pereira. No programa da SIC, Quadratura do Circulo de dia 2 de Outubro, surge a tal afirmação de Pacheco Pereira no minuto 31′51”: “99% da Blogosfera é do pior que há…”. E depois até vêm falar de caixas de comentários em weblogs. No seu há quantos anos é que eles foram suprimidas? Usem e abusem dos comentários a este artigo, sff. — 99% da Blogosfera Portuguesa, Ricardo
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Social media is in a rut, and it’s largely being driven by the pretenders, those looking to make a quick buck while they can and those who are just clueless. Need proof? Do a quick Google search for the phrase “like twitter for” and see how many services have been labeled as such. Or the fact that the two big stories in my feeds yesterday were that Google had created a replica of what it looked like in 2001 and the new features from StumbleUpon, features that should have been there from the beginning.
There’s also a problem with where companies are directing their efforts. They’re spending so much time on coming up with a BS micro-blogging strategy that they’re not putting any time into making sure all the information that could possibly be on their official website - a concept that hasn’t changed a whole lot since 1997 - is there. I run into this all the time when I’m researching columns for MMM. What did a studio do to advertise a movie, and what sort of publicity did it receive in the press?
I’m not sure a lot of the time because the sites for those films are so half-assed and don’t contain all the press mentions or advertising collateral - including what sort of strategy they employed - that was assembled or attained. So my perspectives on those issues is skewed by my own media experience, a historically bad yardstick to use.
But look! - they have a Twitter account that labels everything that’s released as “hysterical” or “very useful.”
— The stagnating social media landscape
A notícia no Expresso tem o título: “MP3 pode provocar perda de audição” e refere o parecer de um comité de cientistas da União Europeia que alerta para problemas de audição que podem resultar da utilização de leitores de música com auscultadores.
O comentário inteligente é: “Com o MP4 já não há esse perigo!!!”
Pois.
— Há quem seja capaz de deixar comentários inteligentes, Mr. Steed